OLAAA VOCE... O GRUPO DE PASSEIO MULHERES NA ESTRADA-ES, VISA REUNIR AS MULHERES MOTOCICLISTAS DO ES, PARA PASSEIOS, VIAGENS E CONFRATERNIZAÇOES. SOMOS TODAS MOTOCICLISTAS, DE DIFERENTES MOTOCLUBES, QUE TEM EM COMUM A MESMA PAIXAO: MOTO E VIAGENS. AQUI POSTAREMOS UM POUCO DE NOSSAS HISTORIAS E AVENTURAS. SEJAM BEM VINDOS AO GRUPO ME-ES.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
LIMPE A ENERGIA NEGATIVA E SE ILUMINE!
quarta-feira, 18 de maio de 2016
COM ELAS..FALTANDO ALGUMAS...EM GURIRI
domingo, 1 de maio de 2016
TUTORIAL
Nosso Blog, tem uma leitura dinamica e simples.
todos os assuntos e postagens, podem ser encontrados NO CANTO DIREITO DA PAGINA.
Mulheres sobre duas rodas
Motorshow
Mulheres sobre duas rodas
Ver uma mulher andando de moto torna-se cada vez mais comum nos grandes centros urbanos
“Uma mulher que dirige moto transmite um ar de segurança e independência”
Solange Frazão, apresentadora, fotografada com uma Honda Shadow 750
O aumento de motociclistas mulheres é notório. Basta prestar atenção nas avenidas para encontrar uma mulher sobre duas rodas. “Isso é o máximo. Uma mulher que dirige moto transmite um ar de segurança e independência”, diz a apresentadora Solange Frazão, que desde os 15 anos é fã das duas rodas. “Eu sempre adorei motos e quando uma amiga ganhou uma fiquei louca para ter também”, conta.
Mulheres com a mesma paixão de Solange começam a dar o ar da graça no trânsito com mais frequência.
Para se ter uma ideia, só em dezembro do ano passado, foram emitidas, em todo o Brasil, 2.534.242 carteiras de habilitação de moto para o sexo feminino. Em cinco anos, o crescimento no número de condutoras habilitadas foi de 56,4%. Em 2003, eram 8.495.736 milhões e em 2008 o número saltou para 13.289.655, considerando todas as categorias. Esse número supera até mesmo o da frota circulante no País – 13.084.148. Ou seja, tem mais mulheres habilitadas do que motos rodando por nossas ruas.
“Tinha muita vontade de ter uma moto e consegui, com muito esforço. Estou muito feliz com minha Burgman.”
Rosineide Mendonça de Almeida, estudante, 25 anos Possui uma Suzuki Burgman
A paulista Carmem Zaranello foi a primeira mulher a tirar habilitação de moto (categoria A) no município de Sorocaba, interior de São Paulo. “Me orgulho muito de ter sido pioneira na minha cidade. Durante todo esse tempo, diversas motos já passaram pela minha vida e cada uma delas possui uma história para ser contada”, relembra a motociclista. Mas a motociclista Simone Artacho acredita que a mulher já deveria ter conquistado esse pedacinho do trânsito há mais tempo. “Acho que demorou para que nós adotássemos a moto como meio de locomoção”, afirma. Carolina Souza, 27 anos, acredita que o mercado ainda vai crescer bastante. “Muitas mulheres amam motos, mas ainda têm medo de guiar”, pondera a motociclista desde a adolescência. Um medo, aliás, absolutamente justifi cável já que a moto é mesmo um veículo perigoso e que exige cuidados.
Em 2006, foram registrados 132.993 acidentes, sendo que 46.104 ocorreram no Estado de São Paulo. Esse índice faz com que o DPVAT (mais conhecido como Seguro Obrigatório) seja proporcionalmente maior para motocicletas do que para carros. O valor cobrado em 2008 (R$ 255,13) sofreu um acréscimo de 38,3%, em relação ao preço de 2007 (R$184,54). Mas, apesar do custo, o número de motos que circulam pelos grandes centros urbanos não para de crescer, já que se trata de um veículo rápido e ainda com bom custo/benefício.
“os homens em geral ficam de boca aberta ao ver a coragem dessas mulheres em cima de uma moto”
Mayra Danielle Soares, aux. administrativa, 23 anos Possui uma Suzuki EN 125 Yes
Mayra Danielle Soares é outra garota a vencer o preconceito. Aos 23 anos, foi à luta, conseguiu comprar sua tão sonhada moto e partiu para o trânsito complicado de São Paulo. “Acho o máximo uma mulher pilotando moto, utilizo a minha como locomoção rápida entre a minha casa, o trabalho e a faculdade”, conta.
Hoje existem até empresas de entregas rápidas que estão optando por contratar mulheres. Segundo elas, o cuidado com os produtos é maior quando é entregue por uma motogirl. “Elas são mais dedicadas e mais cuidadosas, além de serem bastante prestativas. Sem falar que têm uma aparência melhor por se preocupar mais com o visual”, diz o proprietário da Penélope Express, Diogo Gonzáles Marques.
Entre os homens ainda há preconceito. “No começo é difícil ver uma garota andando de moto ao seu lado, mas com o tempo acaba sendo normal. Mas até hoje, quando eu encontro uma mulher pilotando, fico olhando para ver se ela anda bem”, explica Willian Alves dos Santos, motoboy há seis anos.
“Quando me casei, levei comigo minha moto. Por minha causa, meu marido tirou habilitação. Logo vieram as filhas as quais eu levava na escolinha, uma no tanque e outra na garupa”
Carmen Zaranello, professora, 53 anos Possui uma BMW 1800
As revendas já estão se adaptando às suas novas e vaidosas clientes. Grandes lojas já enxergaram que a procura por motos não é mais prioritariamente masculina e estão adaptando seu atendimento. Segundo dados da Siri Motos, concessionária Suzuki, de cada 50 unidades vendidas na loja, 30 são de scooter Burgman, e mais da metade delas são adquiridas por mulheres. De acordo com a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas e Similares), no Brasil, a participação das mulheres na compra de motos já é bem expressiva: mais de uma em cada quatro motos novas vendidas são adquiridas por pessoas do sexo feminino. Também pensando nisso, as lojas de acessórios já estão colocando à disposição equipamentos exclusivos para as mulheres. Já é comum encontrar, por exemplo, capacetes, roupas, capa de chuva, luvas e outros itens na cor rosa.
Para muitas mulheres, pilotar uma moto é a máxima expressão da liberdade. Para outras, é uma necessidade ou uma forma de sustento. Mas, ao que tudo indica, essa é uma mudança de comportamento que veio para ficar. “Não acho que seja moda e sim paixão”, afirma Carolina Souza.
“Quando criança, curtia andar de mobilete e depois fui me apaixonando por todos os estilos de motos“
Simone Artacho, analista de importação, 32 anos, possui uma Yamaha Neo 115
ELAS SÃO MOTOGIRLS
Segundo dados da Abram, são cerca de 12.500 profissionais apenas na capital paulista. Em média, cada uma ganha cerca de R$ 1 mil por mês. E, em geral não têm muitas histórias de acidentes para contar, por serem mais cuidadosas no trânsito. “Trabalho há nove anos em cima da minha Juju (apelido de sua motocicleta) e sofri apenas um acidente. Adoro o que faço e tenho orgulho de ser motorgirl”, afirma Valéria Reis. Hoje já é possível achar até mototaxistas profissionais que transportam, em vez de carga e documentos, pessoas. Diferentemente do motoboy, ele transporta exclusivamente passageiros. É como um táxi convencional, mas em vez de carros, o meio a ser utilizado são as motos. Nesse tipo de profissão, o preconceito é ainda maior. Afinal, não são todos os homens que aceitam sentar na garupa de uma garota. Mas isso começa a mudar.
terça-feira, 19 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Chuva, trânsito, garupa... veja 10 dicas para usar moto com segurança
Chuva, trânsito, garupa... veja 10 dicas para usar moto com segurança
Com piso molhado, primeira regra é ser suave nos comandos.
Estude o veículo e saiba frear; garupa deve ter noção de moto ou bicicleta.
1 - Tenha sangue frio em situações tensasMas, enquanto sua experiência não chega, segue uma listinha de dez conselhos que o poderão evitar tombos e acidentes, feita por quem já cometeu quase todos os erros ao guidão em mais de três décadas pilotando motocicletas de várias marcas, modelos, tamanhos e gêneros:
3 - No cruzamento, antecipe os problemas
4 - Retrovisor é seu anjo da guarda
5 - Aprenda a 'ler' o solo
6 - Triplique a atenção no piso molhado
7 - Não entre na onda de amigos imprudentes
8 - Nem sempre é bom levar garupa
9 - Aprenda a frear
10 - Estude sua moto
em situações tensas
retrovisor do carro (Foto: Arquivo)
As cidades grandes estão cada vez mais entupidas. É carro demais, moto demais, pressa demais. Na ânsia de chegar mais cedo, quem está ao volante ou guidão arrisca manobras para ganhar alguns metros, e a troca de faixas sem dar sinal é padrão, infelizmente.
antecipe os problemas
anjo da guarda
no piso molhado
(Foto: Reprodução / Inter TV)
O terror de grande parcela dos motociclistas. Mas há maneiras de atenuar o evidente desconforto que é rodar em piso molhado: primeira regra é ser suave nos comandos. A baixa aderência implica jamais acionar bruscamente os freios, câmbio, acelerador, se não... tchibum, mergulho garantido! Outra regrinha boa é lembrar o que foi dito no item anterior, o da leitura de solo, e tentar entender como sua moto se comporta em cada tipo de pavimento molhado. O asfalto novo é quase tão escorregadio quanto paralelepípedo.
amigos imprudentes
Andar de moto em grupo é legal, não? Quase sempre, e o “quase” depende da companhia. Muitas vezes os amigos que nos convidam para aquela viagem de fim de semana ou um mero bate e volta são do tipo que se comportam de maneira inadequada, seja por exibicionismo, empolgação ou simplesmente ignorância de regras básicas de segurança na pilotagem. Nestas “baladas” não se deixe levar pelo espírito da viagem (torta) dos outros e não desrespeite seus limites.
(Foto: Zhou Pengcheng/ Divulgação)
Motos têm caráter? Ô se têm! Algumas são furiosas, outras, pacatas ou enigmáticas... O importante é que você conheça sua moto e saiba montar um arquivo na sua mente sobre como agir em cada situação. Uma boa prática quando se compra uma moto nova é buscar um lugar tranquilo e ensaiar frenagens em velocidades diferentes, percebendo como o veículo se comporta.
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Dicas para que os motociclistas evitem acidentes
| Dicas para que os motociclistas evitem acidentes |
| -Utilizar equipamentos de proteção de boa qualidade: O capacete é o principal e faz toda a diferença em caso de acidentes. Tem que ser, preferencialmente, de com clara e possuir adesivos refletivos aprovados pelo INMETRO. Deve ser usado com a viseira abaixada, no caso de estar aberta, o motociclista deve usar óculos especiais, além disso, é importante ajustar as tiras de regulagem abaixo do queixo. -Inspecionar a moto antes de sair: Sempre que sair, lembrar-se de verificar a calibragem dos pneus, se não há nenhum objeto preso e se a corrente de relação não está frouxa ou apertada demais, o ideal é mantê-la em condições de lubrificação. Atenção, também, com o sistema elétrico, freios e combustível. -Usar os dois freios; Ao utilizar o sistema de freios, a dica é que tanto o pedal quanto os manetes sejam acionados. Tendo em vista que na frenagem o peso da moto recai sobre a roda dianteira, o motociclista deve evitar frear bruscamente, pois correrá o risco de perder o controle da moto. -Dias chuvosos; Atenção redobrada em dias de chuva. A orientação é sempre para que o condutor pare a moto, coloque a capa e espere alguns minutos até a chuva remover os resíduos de óleo e de borracha da pista. -Transitar com atenção; Em muitas situações o motociclista não consegue ser visto pelos outros veículos, devido aos ‘ângulos cegos’, por isso é essencial que a moto esteja sempre com o farol ligado, mesmo durante o dia. Não transitar costurando o trânsito, nem entre os corredores da pista, pois, desse modo, o condutor fica extremamente vulnerável a acidentes. -Respeitar os limites de velocidade; Nunca avançar o sinal vermelho, parada obrigatória ou preferencial. Atenção redobrada à noite: mesmo com o semáforo na cor verde, reduza a velocidade, por muitos motoristas conduzem seus veículos desrespeitando a sinalização. |












