segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Pq ando de moto?

*10 motivos para andar de moto*

Motociclismo não é apenas um meio de se locomover. É um estilo de vida que une pessoas do mundo inteiro e incentiva a paixão pelo desafio, pela aventura e pela sensação de autonomia. Os motivos que impulsionam essa prática são diferentes para cada um: há quem faça da jornada até o trabalho o melhor momento.

Motociclismo não é apenas um meio de se locomover. É um estilo de vida que une pessoas do mundo inteiro e incentiva a paixão pelo desafio, pela aventura e pela sensação de autonomia. Os motivos que impulsionam essa prática são diferentes para cada um: há quem faça da jornada até o trabalho o melhor momento do dia e também quem espere a semana inteira pra acelerar na off road. Juntamos aqui 10 dos grande motivos que fazem a Magnetron ser fissurada pelo universo das duas rodas:

1- Conhecer pessoas

O motociclismo é também uma maneira eficiente de socializar. Na estrada, qualquer parada no posto vira motivo pra trocar uma ideia e conhecer gente nova. Fora isso, existem centenas de grupos para quem quer viajar com companhia e compartilhar boas histórias.

2- Liberdade

A clássica sensação do vento no rosto é o que faz muita gente se render ao motociclismo. Quem está acostumado às portas e tetos de outros veículos acaba aproveitando essa liberdade ainda mais, além de agora curtir a paisagem sem barreiras na visão.

3- Mobilidade

Um passeio de moto é muito mais prático do que todas as etapas que envolvem locomover-se de carro. O combustível rende mais e achar uma vaga na hora de estacionar vira moleza!

4- Menos poluição

Como as motos em geral poluem muito menos do que os carros, optando pelo motociclismo você ainda ajuda a preservar o meio ambiente.

5- Menos stress

A regra é clara: quanto menos carros na rua, menos trânsito. Quanto menos trânsito, menos stress para todo mundo. As motocicletas ajudam o tráfego a fluir mais facilmente e não causam engarrafamentos.

6- Menos gastos com manutenção

Visitas ao mecânico costumam ser mais rápidas e baratas para quem tem moto do que para quem tem carro.

7- Pontualidade

Depois de comprar uma moto, você nunca mais precisará explicar que ficou preso no trânsito. Sua locomoção será bem mais rápida e em breve você nem irá lembrar como é ficar travado dentro de um congestionamento.

8- Hobby

É comprovado que ter um hobby faz bem à saúde e ao bem-estar. Que tal fazer do motociclismo um momento só seu?

9- Viajar

Quem anda de moto está sempre procurando por novos destinos a serem explorados. O Brasil está cheio de estradas belíssimas e paisagens exóticas pra você conhecer.

10 – É muito mais divertido

terça-feira, 15 de agosto de 2017

History de Gesliane

Início da paixão
Foi assim :
Meu marido tinha um sonho de fazer uma viagem pra fora do Brasil .
Fiz a cabeça dele pra comprar a moto e conhecer minha família no sul, de lá fomos pro Uruguai e na estrada eu detestei ser corona, eu até dormia andando de moto com a chuva no capacete e vento pra caramba.
Quando chegamos  em casa eu falei nunca mais quero ser carona e chato demais isso e não e vida pra mim.
O que vc vai fazer mulher?
*Vou arranjar outro trabalho e vou comprar minha moto.
FEITO.
Em 8 meses ja estava no comando de minha maquina.

domingo, 30 de julho de 2017

GPME-ES...em mais um evento incrivel. VENDA NOVA DO IMIGRANTE.

Chuva. Vento. Frio. Lama. As intemperies que tivemos de enfrentar em mais essa viagem. Mas elas se mantem seguras, guerreiras, e seguem em frente, com destino a felicidade.
GPME-ES....SEMPRE UM ORGULHO ESTAR COM VCS

terça-feira, 18 de outubro de 2016

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

terça-feira, 14 de junho de 2016


Veja 10 motos para mulheres que querem começar a pilotar

Colunista aponta modelos amigáveis a iniciantes e que têm praticidade.
Câmbio automático e espaço para bagagens são atrativos.

Roberto AgrestiEspecial para o G1
Modelos menores são mais indicados para mulheres iniciantes, mas também cresce a procura do seo feminino por motos de alta cilindrada (Foto: Divulgação/Raul Zito/G1)Modelos menores são mais indicados para mulheres iniciantes, mas também cresce a procura do sexo feminino por motos de alta cilindrada (Foto: Divulgação/Raul Zito/G1)
Cada vez mais mulheres escolhem a motocicleta como meio de locomoção e o mercado brasileiro tem diversos modelos que podem ser uma boa escolha para as iniciantes. Veja abaixo uma lista que considera não só o ponto de vista da praticidade de uso e facilidade de condução - elementos necessários e desejáveis para motociclistas novatos de qualquer sexo - mas que atendem a necessidades específicas das mulheres, como carregar a bolsa.
Versão preto fosco do LEad 110 (Foto: Divulgação)Honda Lead 110 (Foto: Divulgação)
1) Honda Lead
Nada mais simples, fácil e prático do que um scooter e, entre todos eles, o pequeno Lead é um campeão. Por quê? Primeiro por ser pequeno, e consequentemente leve, fácil manobrar em estacionamento e fácil de levar quando em movimento.
Como todo os scooters, protege as pernas da chuva, poeira e vento e, assim, permite uso de saia ou vestido sem problemas. E como, ao contrário das motocicletas, não tem câmbio nem freio traseiro acionado pelos pés, admite o uso de qualquer tipo de calçado, inclusive os de salto alto, mesmo que o bom senso sempre indique o uso de botas ou ao menos algo que proteja os tornozelos quando estamos ao guidão.

Além disso há o grande espaço sob o assento, onde dois capacetes podem ser abrigados sem crise ou... uma boa parte das compras em um feliz dia no shopping ou mesmo aquele supermercado de última hora.
Assim sendo há uma verdadeiramente grande plataforma para apoio dos pés, sacolas, bolsas ou o que seja.
Dotado de partida elétrica e câmbio automático, o Lead é miserável em consumo e oferece razoável potência para uso urbano. Além de tudo isso, conta com a maior rede de concessionárias do Brasil.
Suzuki Burgman i (Foto: Divulgação)Suzuki Burgman i (Foto: Divulgação)
2) Suzuki Burgman 125i
O grande concorrente do Lead tem praticamente todas suas qualidades, porém ao menos duas desvantagens: o menor espaço sob o assento e rede credenciada limitada.
Em contrapartida, oferece algo a mais em potência e um porta-luvas atrás do escudo mais generoso que o do Lead. E, como o concorrente, tem um prático gancho porta sacola/bolsa, acessório precioso para elas.
Honda PCX (Foto: Divulgação)Honda PCX (Foto: Divulgação)
3) Honda PCX 150
O mais moderno scooter de nosso mercado pode ser oideal para aquelas que precisam de maior desempenho para encarar vias expressas ou até – por que não – pequenas viagens.
O “porém” do modelo, sob o prisma da utilização feminina, é não ter uma plataforma tão ampla para os pés, que ficam separados por um túnel central, o que complica levar sacolas/bolsas ali. Aliás, nem gancho para tal o PCX tem. Outro "pecado" do modelo é o vão sob o banco, modesto, apenas para um capacete ou volume de comprinhas equivalente.
Honda Biz (Foto: Divulgação)Honda Biz (Foto: Divulgação)
4) Honda Biz 100 e 125
Talvez tenha sido esse o modelo que despertou a vontade das mulheres brasileiras pelo transporte em duas rodas a motor. Acarinha simpática e a facilidade de uso – apesar de exigir trocas de marchas mecânica (atenuada pela embreagem automática, que não precisa ser acionada com a mão) – faz da Biz, em todas suas versões, a motoneta mais popular entre as mulheres brasileiras.
Se comparada aos scooters mencionados anteriormente, oferece uma maior capacidade de engolir pavimentação ruim por conta das rodas maiores, especialmente a dianteira. Há versões com partida a pedal, mas para elas a facilidade de ligar o motor através de um pequeno botão é essencial. Questão de conforto e praticidade. Tão ou mais econômicas quanto a Lead em termos de consumo de combustível, as Biz 100 ou 125 existem em versão flex e o custo de manutenção talvez seja o mais abordável nesta classe de veículos que recomendamos ao chamado sexo frágil.
Yamaha Crypton Penelope Charmosa (Foto: Divulgação)Yamaha Crypton Penelope Charmosa (Foto: Divulgação)
5) Yamaha Crypton 115
Sua desvantagem face às Honda Biz é não ter o prático vão porta-capacete sob o banco. De resto, esta motoneta da Yamaha é pau para toda obra,robusta, prática e confiável. Em termos mecânicos, segue a mesma receita das Biz, com câmbio de quatro marchas e embreagem automática.


Dafra Zig+ (Foto: Divulgação)Dafra Zig+ (Foto: Divulgação)
6) Dafra Zig + e Zig 50
As motonetas da Dafra são em tudo semelhantes às concorrentes Biz e Crypton. Todavia uma delas, a Zig 50, tem um preço muito acessível – pouco acima dos R$ 4 mil – por conta do motor cinquentinha, o que significa consumo mínimo e desempenho limitado e pode ser uma qualidade para quem está começando na arte de pilotar motocicletas e derivados.
Uma Zig 50 é altamente contra-indicada em localidades de relevo acidentado ou com vias expressas, porém pode ser amelhor escolha para uso em cidades planas e pequenas por pilotos sem muita experiência.
Suzuki Intruder 125 (Foto: Divulgação)Suzuki Intruder 125 (Foto: Divulgação)
7) Suzuki Intruder 125 ED
É a primeira moto de verdade de nossa lista, e a razão, simples, é principalmente por ter um banco amplo, confortável e... muito próximo do solo. Tal característica, associada a umguidão largo e consequente posição de pilotagem relaxada, confortável e que não intimida iniciantes, a torna muito indicada para mulheres que querem uma moto de verdade, e não um scooter ou motoneta.
Outra qualidade desta Suzuki é a leveza e, portanto, a facilidade oferecida nas incômodas manobras de estacionamento. Um detalhe que pode agradar a ala feminina é o amplo bagageiro de fábrica.
Honda Pop 100 (Foto: Divulgação)Honda Pop 100 (Foto: Divulgação)
8) Honda Pop 100
Básica como um chinelo, a menor das Honda do catálogo brasileiro exige desprendimento estético por parte de quem a adquire. A essencialidade que norteou seu projeto resultou em linhas pouco harmoniosas e nada atraentes. Porém, há mulheres de todo o tipo, e para as raras que não dão bola para a aparência de seu meio de transporte, a Pop 100 pode ser a escolha nota dez. A relação custo-benefício está entre as melhores, e economia de combustível é com ela mesmo.
Não, não tem espaço sob o banco para guardar nada, nem tampouco um câmbio automático ou embreagem idem. É tudo “na raça” na Pop, porém ela é levíssima, facílima de conduzir e possui o maior banco (em comprimento) do mercado.
Honda CG 150 Titan 2014 (Foto: Raul Zito/G1)Honda CG 150 Titan 2014 (Foto: Raul Zito/G1)
9) Honda CG 125/150
A CG é a "mãe" de gerações de motociclistas e um marco na história da moto no Brasil. Sem dúvida nenhuma é a motocicleta que está nas mãos do maior número de mulheres no Brasil pelo simples fato de ser, disparado, o veículo mais comum do país. Ao optar por uma CG elas terão nas mãos não apenas uma moto que é um monstro de eficiência, mas também um verdadeiro cheque ao portador. É fácil de vender e tem depreciação ínfima, o que agrada as mulheres, sempre atentas ao orçamento.
Yamaha YS 150 Fazer (Foto: Divulgação)Yamaha YS 150 Fazer (Foto: Divulgação)
10) Yamaha Factor 125 e Fazer 150
Concorrentes das CG, estas pequenas Yamaha oferecem versatilidade e eficiência em dose equivalente às das rivais, e talvez melhor resultado em termos estéticos, especialmente no que diz respeito a recém-lançada Fazer 150, realmente uma moto muito bonita. E esta melhor aparência pode significar muito para elas...


E as motos grandes?
Ladies of the Road passeiam pelas ruas de São Paulo (Foto: Raul Zito / G1)Uso de motos de alta cilindrada por mulheres 
também é cada vez mais frequente
(Foto: Raul Zito / G1)
A ausência de modelos maiores e mais potentes não é, de jeito algum, um menosprezo à habilidade ou capacidade femininas em conduzir qualquer tipo de moto. Aliás, é cada vez mais frequente ver nos encontros de motociclistas ou simplesmente nos grupos que a cada final de semana escolhem a moto como objeto de lazer, mulheres ao guidão de pesadas Harley-Davidson ou possantes Kawasaki.
Aliás, uma das maiores revelações da motovelocidade nacional dos últimos tempos – com atuações de sucesso inclusive no exterior – é a piloto Sabrina Paiuta, 19 anos e já campeã em diversas provas, deixando para trás uma leva de talentosos barbudos, confirmando que motocicleta e mulher é uma definitiva realidade de nosso tempo, cuja dimensão vai além da simples quantidade de carteiras nacionais de habilitação expedidas.
  •  
Roberto Agresti (Foto: Arquivo pessoal)

Roberto Agresti escreve sobre motocicletas há três décadas. Nesta coluna no G1, compartilha dicas sobre pilotagem, segurança e as tendências do universo das duas rodas.

INSEGURANÇA



Frequentemente recebo e-mails e mensagens de mulheres motociclistas contando seus medos em cima da motocicleta, dicas de como supera-los, bem como dicas de pilotagem. Nesses bate papos percebo que, na maioria dos casos, o problema é a INSEGURANÇA na moto.
Claro, conhecimento técnico é fundamental, mas acredito que antes até do conhecimento técnico, para pilotar uma motocicleta, é necessário confiança.
Mas por que confiança é tão importante? Acredito que com técnica e prática todos nós, independente do gênero, somos capazes de proezas incríveis em cima da moto, no entanto só vivencia isso quem se livrou da insegurança e do medo.
Mas não o medo que nos traz prudência, e que de certa forma é bom. Falo do medo que paralisa, que faz desistir. “Medo de cair”, “medo de estragar a moto”, “medo de acharem que sou burra”, “medo de fracassar”, “medo de rirem de mim”, “medo de achar que moto não é para mim”, “medo de pagar mico” e outros tantos…
Não querendo generalizar, mas geralmente as mulheres tendem a ser mais inseguras que os homens em alguns “assuntos”, e motocicleta é um deles. Afinal, crescemos ouvindo que não éramos capazes, que moto não era coisa de mulher. E todas outras tantas falácias negativistas que ficam em nosso subconsciente, e quando percebemos, estamos pilotando com medo e inseguras.
Presto atenção no que escrevi antes? Para ser um bom motociclista é necessário técnica eprática, não ter nascido com um pênis (risos).
Nós, mulheres também somos capazes, sim! Não, não é um clichê de autoajuda é uma verdade. 
Vencer nossa mente é a maior das barreiras, pois muitas vezes erramos justamente por medo de errar! E muitas vezes não pelo fato de falhar em si, e sim pela imagem que farão de nós porque erramos. Afinal, estaríamos dando razão à aqueles que sempre disseram: “você não vai conseguir”.
Vencer nossos medos não é fácil, mas eu quero compartilhar uma dica que me sempre me ajudou: assuma que você pode errar e que não há problema nenhum com isso.
Isso mesmo, parta do princípio que “se errar, já era esperado”! Principalmente em relação a expetativa de alguns homens. Eles já estão esperando nossos “erros” em cima da motocicleta. Então, se errar, não seria nenhuma “novidade”. Até porque não existe erro e sim feed back.  
Por que eu falo isso, pois quando não nos importamos mais em errar, nos permitimos viver. Não temos que provar nada pra ninguém, muito menos pra homens babacas que acham que pilotagem é questão de gênero.
Ria dos seus erros.
Não se intimide se a moto morrer no farol, se cair com a moto parada ou se ainda não se sente segura o suficiente para andar no corredor ou até pegar uma estrada. Ria mesmo, leve tudo isso na “esportiva” e você vai ver que a ansiedade vai diminuir e você vai se permitir tentar, praticar e principalmente: CONSEGUIR.
Fale dos seus medos.
Encare seus medos e inseguranças, escondê-los só piora as coisas. Fale deles de forma natural e procure uma forma de vencê-los.
Como comentei nesta matéria, me sentia insegura para fazer algumas curvas fechadas. Reconheci minha “deficiência” e procurei quem pudesse me ajudar e hoje já me sinto mais segura.
Motocicleta é prática, não deixe que o medo a impeça de praticar. Não deixe que o medo a impeça de vencer.
E para aquelas que já superaram seus medos, que tal escrever nos comentários suas estratégias para inspirar outras mulheres?
Motobeijo, 

SOBRE O AUTOR

Amanda Pagliari (SP) - Motoreporter e piloto de testes urbano, colunista deste site e Youtubber. A morena defende e incentiva o uso da motocicleta como meio de transporte.